PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — a Nonô. Sou autora e mentora de escrita curativa. Acredito que a poesia não é apenas um género literário, é uma ferramenta de libertação. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e libertam. Aqui, a escrita é uma prática viva: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — Nonô. I am an author and a therapeutic writing mentor. I believe poetry is not just a genre; it is a tool for liberation. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and set you free. Here, writing is a living practice: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Vestígios do tempo / Traces of time

Traces of time


Vestígios do tempo

No local onde moro

Vive também a história

Aqui há marcas do tempo

E também da sua memória.

 

Obtêm-se recordações de outros povos

Celtas, Romanos e outros Cristãos

Aqui moram os flavienses

Transmontanos valentes cidadãos.

 

Encontram-se também vestígios pré-históricos

Há minas de ouro exploradas noutras épocas

Há castros e paisagens sem igual

E a própria natureza.

 

Encontra-se também a memória oral

Que passa de boca em boca

Uma tradição sem igual

Que se transmite como fofoca!

 

Por aqui também passou a Revolução Francesa

E outros episódios mais recentes

Ficaram os vestígios da história

Que na paisagem estão ainda presentes!


Poema manuscrito: Sentada no autocarro de Chaves com destino a Boticas, 18 de fevereiro de 2015, 8h46
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry
Traces of time

In the place where I live

History also lives

Here there are marks of time

And also, of its memory.

 

You get memories of other peoples

Celts, Romans, and other Christians

Here live the Flavienses

Transmontanes brave citizens.

 

You can also find prehistoric vestiges

There are gold mines exploited in other times

There are castros and unique landscapes

And nature itself.

 

One can also find the oral memory

That passes from mouth to mouth

A tradition without equal

Which is transmitted like gossip!

 

The French Revolution also passed through here

And other more recent episodes

The traces of history remain

Which are still present in the landscape!

Handwritten: Sitting on the bus of Chaves destination to Boticas,
On February 18, 2015, 8 : 46 a.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry 

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