🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Do presente quero fruir / I want to enjoy the present

Do presente quero fruir 

Hoje acordei cedo

Abri os olhos e estiquei o corpo na cama

Levantei-me sem medo

E sem me sentir na lama.

 

O tempo não convida

Não chove como devia

Para o emprego vou de fugida

Mas se pudesse até não ia.

 

O caminho é o de sempre

Não custa nada a fazer

Procuro-me sentir contente

Não me adianta andar a sofrer.

 

O dia não promete

Mas dele quero usufruir

Porque ele já não se repete

Do presente quero fruir.

Poema manuscrito: Sentada no autocarro que parte de Chaves com destino a Boticas, 15 de abril de 2015, 8h44
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry

I want to enjoy the present

Today I woke up early

I opened my eyes and stretched out my body on the bed

I got up without fear

And without feeling myself on the mud.

 

The weather is not inviting

It doesn't rain as it should

I'm running away to work

But if I could, I wouldn't even go.

 

The path is the usual

It costs nothing to do it

I’m seeking to feel happy

There's no use in suffering.

 

The day doesn't promise

But of it I want to appreciate

Because it no longer repeats itself

I want to enjoy the present.

Handwritten poem: Sitting on the bus from destination with Chaves to Boticas, on April 15, 2015, 8:44 a.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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