PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - O tempo / Time

O tempo

O tempo ensinou-me a perdoar

A não procurar nos outros um espelho

A do momento gostar

E a vestir-me de vermelho.

 

A cuidar do meu corpo como um templo

A cultivar a minha mente

A seguir um bom exemplo

E a saber que o outro também sente.

 

Tantas coisas posso agradecer

A todo o tempo que já passou

Nem tudo num poema pode caber

Para falar daquele que tanto me ajudou.

Poema manuscrito: Sentada na secretária em Boticas,
2 de abril de 2015, 16h05
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry
Time

Time has taught me to forgive

Not to look in others as a mirror

To like the moment

And to dress in red.

 

To take care of my body like a temple

To cultivate my mind

To follow a good example

And to know that the other feels it too.

 

So many things I can be thankful for

For all the time that has passed

Not everything in a poem can fit

To speak of the one who helped me so much.

Handwritten poem: Sitting on the desk in Boticas,
on April 2, 20154:15 p.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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