PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Adeus, minha borboleta / Goodbye, my butterfly

Adeus, minha borboleta

Adeus, minha borboleta

Vais partir para outras paragens

A tua vida não é obsoleta

Para ti os sonhos vão deixar de ser miragens.

 

Partiste em prol do amor

Para teres a vida que sempre desejaste

Ficou um amargo sabor

E um profundo desgaste.

 

Sentiste-te presa e sem poder voar

Aos limites tentaste-te ajustar

Agora abres novamente as tuas asas e vais-te libertar

Voltas para junto dos teus para voltares a sonhar.


Poema manuscrito: Sentada no autocarro que parte de Chaves com destino a Boticas, 28 de abril de 2015, 8h30
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry

Goodbye, my butterfly

Goodbye, my butterfly

You will leave for other places

Your life is not obsolete

For you dreams will no longer be mirages.

 

You left for the sake of love

To have the life you've always wanted

A bitter taste remains

And a deep weariness.

 

You felt trapped and unable to fly

To the limits you tried to adjust

Now you spread your wings again and set yourself free

You're coming back to your loved ones to dream again.


Handwritten: Sitting on the bus from destination with Chaves to Boticas, on April 28, 2015, 8:30 a.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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