🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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terça-feira, 26 de maio de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - As mães são eternas / Mothers are eternal

As mães são eternas 

Nenhum filho está preparado

Para perder a sua mãe,

Um ser humano doce

Insubstituível por ninguém.

 

As mães são imortais

Continuam vivas nos nossos corações

Seres humanos emocionais

São elas, a base das nossas educações.

 

Elas nunca morrem

Não podem morrer

A perda de uma mãe

Faz o seu filho sofrer.

 

Para cada um de nós

Elas são meigas e ternas

Elas são fundamentais

As nossas mães são eternas.

Poema manuscrito: Sentada na minha cama, no quarto cor-de-rosa, da minha casa em Chaves, 22 de maio de 2015, 5h58
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry
Mothers are eternal

No son is prepared

To lose his mother,

A sweet human being

Irreplaceable by anyone.

 

Mothers are immortal

Still alive in our hearts

Emotional human beings

They are the basis of our educations.

 

They never die

They can't die

The loss of a mother

Makes her child suffer.

 

For each one of us

They are gentle and tender

They are fundamental

Our mothers are eternal.

Handwritten poem: Sitting on my bed, the color pink bedroom of my house in Chaves, on May 22, 2015, 5:58 a.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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