PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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terça-feira, 26 de maio de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - As mães são eternas / Mothers are eternal

As mães são eternas 

Nenhum filho está preparado

Para perder a sua mãe,

Um ser humano doce

Insubstituível por ninguém.

 

As mães são imortais

Continuam vivas nos nossos corações

Seres humanos emocionais

São elas, a base das nossas educações.

 

Elas nunca morrem

Não podem morrer

A perda de uma mãe

Faz o seu filho sofrer.

 

Para cada um de nós

Elas são meigas e ternas

Elas são fundamentais

As nossas mães são eternas.

Poema manuscrito: Sentada na minha cama, no quarto cor-de-rosa, da minha casa em Chaves, 22 de maio de 2015, 5h58
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry
Mothers are eternal

No son is prepared

To lose his mother,

A sweet human being

Irreplaceable by anyone.

 

Mothers are immortal

Still alive in our hearts

Emotional human beings

They are the basis of our educations.

 

They never die

They can't die

The loss of a mother

Makes her child suffer.

 

For each one of us

They are gentle and tender

They are fundamental

Our mothers are eternal.

Handwritten poem: Sitting on my bed, the color pink bedroom of my house in Chaves, on May 22, 2015, 5:58 a.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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