PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — a Nonô. Sou autora e mentora de escrita curativa. Acredito que a poesia não é apenas um género literário, é uma ferramenta de libertação. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e libertam. Aqui, a escrita é uma prática viva: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — Nonô. I am an author and a therapeutic writing mentor. I believe poetry is not just a genre; it is a tool for liberation. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and set you free. Here, writing is a living practice: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Espírito livre / Free spirit

Espírito livre

Sou um espírito livre

Com muita vontade de voar.

Mal sinto as asas presas,

Tenho necessidade de me libertar.

 

À minha passagem deixo marcas

Os outros eu gosto de ajudar.

Aquilo que colho na partida

Predispus-me a semear.

 

Não preciso de agradecimentos

Tudo o que faço é do coração

Dou, de mim, sem querer, em troca,

Apenas desejo compreensão.

 

Tenta não me prender

Não gosto dessa sensação

Respeita a minha liberdade

Dela colho inspiração.

 

A vida é desprendida

E assim deve continuar a ser

Está na hora da despedida

Mesmo que não consigas compreender.

Poema escrito no computador: Sentada à secretária em Boticas
21 de maio de 2015, 11h00
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry
Free spirit

I am a free spirit

With a great desire to fly.

I barely feel my wings stuck,

I need to break loose.

 

In my passage I leave a mark

Others I like to help.

What I reap in departure

I predispose myself to sow.

 

I need no thanks

Everything I do is from the heart

I give, of myself, without wanting, in return,

I only wish for understanding.

 

Try not to hold me

I don't like this feeling

Respect my freedom

From it I draw inspiration.

 

Life is detached

And so, it should remain

It's time to say goodbye

Even if you can't understand.

Poem written on the computer: Sitting at a desk in Boticas,
on May 21, 2015, 11:00 am
In Costa, M.ª Leonor, Worldly poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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