🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Poesias Mundanas: "O tontinho da aldeia" / Worldly Poetry: "The village fool"

PT: O tontinho da aldeia

 

Pobre alma nasceu sem sorte

Quis a vida que viesse ao mundo deficiente.

Com as suas limitações

Ele é simplesmente diferente.

 

O seu modo de falar é estranho

Assim como a sua forma de articular as ideias

É conhecido por todos

Devido às suas parcas maneiras.

 

É o tontinho da aldeia

Trabalha todo o dia na lavoura

Recebe a sua vida à jeira

A sua presença, ninguém ignora.

 

Ele bebe uns copos a mais

E diz muitos disparates

É uma alma solitária

Que vive sem nenhuns disfarces!

Escrito: 15 de dezembro de 2014
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I

PT: "Este poema retrata a diferença e a autenticidade. Lê a reflexão sobre a valorização da individualidade: [Sou diferente]."

Worldly Poetry

EN: The village fool

 

Poor soul was born without luck

Life wanted him to come into the world handicapped.

With his limitations

He is simply different.

 

His way of speaking is strange

As is his way of articulating ideas

He is known by all

Because of his meager ways.

 

He is the village fool

He works all day in the fields

He takes his life in his stride

His presence, no one ignores.

 

He drinks a few too many drinks

And talks a lot of nonsense

He is a lonely soul

Who lives without any disguises!


Written: December 15, 2014
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I

EN: "This poem portrays difference and authenticity. Read the reflection on valuing individuality: [Iam different]."

Nonô Poetry




Nota: Este artigo foi revisto e atualizado no dia 12/12/2025.

Note: This article was revised and updated on December 12, 2025.

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