PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Catarse das Palavras / Catharsis of Words - Superficiais e vazios / Surface and voids

Surface and voids
Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor e https://www.fotojet.com/pt/apps/?entry=collage

Superficiais e vazios

Demasiado preocupados com a aparência
Ocos e limitados
Do pensamento total ausência.

Pouco crescimento
Valorizando demais o exterior
Ignorando a existência
A que dão pouco valor.

Vivendo da imagem
Sem parar para pensar
Durante a viagem
Nada conseguem captar.

Pouca importância dão ao próximo
as trocas e aprendizagens
Representam o tempo inteiro
São urbanos selvagens.

Comboio (Stª Cruz Damaia)
Poema manuscrito,
10 de abril de 2019,
7h41

Surface and voids
Too preoccupied with appearance
Hollow and limited
Of total thought absence.

Little growth
Valuing too much the exterior
Ignoring the existence
The ones that give little value.

Living of image
Without stopping to think
During the trip
Nothing they can catch.

Little importance is given to the next
the exchanges and learning
They represent the whole time
They are urban wild.

Train (Stª Cruz Damaia)
Handwritten poem,
April 10, 2019,
7:41 a.m.


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