🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quarta-feira, 16 de julho de 2025

✨ Vida Plena: 50 Conquistas Antes dos 50 🏆21ª Tirei a carta de condução 🚗💨

Olá, queridos leitores!

Tirar a carta foi uma conquista bem suada. Juntei dinheiro, fiz contas à vida e, mesmo sem qualquer apoio, segui em frente.
Duas escolas de condução, dois testes de código, três exames de condução… e uma imensa falta de confiança, agravada pela ausência de incentivo paterno. Mas em 1998 consegui — saí com a carta na mão e o coração cheio de nervos e orgulho.

Comprei o meu primeiro carro por 300 contos: um Seat Ibiza Friends, que tinha direção assistida... a braços! Foi com ele que vivi inúmeras aventuras. Entre oficinas no Alentejo, quatro viagens até ao sul de Espanha (numa delas foi salvo por tubos de um Audi!), este carro foi mais do que transporte — foi liberdade, emoção e histórias para contar.

Poesias da Nonô

Mais tarde, investi numa carrinha Fiat Pálio, bem mais cara — cinco mil e tal euros. E com ela aprendi lições duras: desde ser enganada na compra, à saga burocrática para regularizar o veículo, até um despiste numa curva entre Chaves e Boticas que me fez perder a confiança ao volante.

Após ter estado doente, decidi vender o carro… e até hoje não voltei a comprar nenhum.
Mas sabem que mais? Continuo a mover-me. E este ano, aos 50, renovei a carta. Um dia destes ainda volto à estrada, com umas lições de reciclagem e a coragem de quem já superou tanta coisa.

Porque conduzir é mais do que guiar um carro — é tomar as rédeas da própria vida. 

Poesias da Nonô

📝 Poema✨ Conduzir

 

Conduzir é sair pela estrada,

com alma leve e ar decidido,

pôr música alta na madrugada

e ignorar o ruído perdido.

 

Engatar e soltar as mudanças,

acordar o motor ao partir,

com os vidros abertos nas danças

do vento a fazer-nos sorrir.

 

Seguir um caminho traçado,

confiante na voz do GPS,

mas prontos a mudar de lado

se a vida assim o quisesse.

 

Em cada curva, atenção redobrada,

em cada paragem, respiração.

Conduzir não é só a estrada

é ter nas mãos a direção.

Série: Nonô Lê Versos do Blogue

🎧 Ouve aqui o poema em áudio:

Poesias da Nonô

🎬 Vê e sente o poema neste vídeo: 

E tu, tens a carta de condução? Costumas conduzir? Tens alguma aventura sobre o teu carro?

Até amanhã, aqui no blogue!

Despeço-me, como sempre, com o nosso habitual cumprimento:

Gratidão e Beijos Poéticos

M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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