🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Com cada pedra do meu caminho / With every stone of my way

Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Com cada pedra do meu caminho
Qualquer dia construo um castelo
Blocos de diferentes tamanhos
Que combino como ficar belo.

Cada problema ou obstáculo
Desafio e amargura
Exige uma superação
Que só o tempo cura.

Socalcos diários
Que se vão acumulando
Com tanta matéria-prima
A perceção do mundo vou moldando.

Levanto uma muralha
Que aos poucos tenho vindo a construir
Uma construção tão forte
Que ninguém consegue ruir.

Comboio (Stª Cruz Damaia)
Poema manuscrito,
4 de fevereiro de 2019
7h44

With every stone of my way
I build a castle any day
Blocks of different sizes
Which I combine to be beautiful.

Every problem or obstacle
Challenge and bitterness
Requires overcoming
That only time heals.

Daily terraces
That they accumulate
With so much raw material
The perception of the world I am framing.

I lift a wall
That little by little I have been building
Such a strong construction
That nobody can break down.

Train (Stª Cruz Damaia)
Handwritten poem,
February 4, 2019
7:44 a.m


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