PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 5 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 5 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Há uma linha ténue que separa / There is a fine line separating

Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Há uma linha ténue que separa
O ontem do hoje
O centro do meio
O passeio da estrada.

Uma rua da outra
Os limites de alguém
A vida da morte
O aqui do além.

O riso do choro
A alegria da tristeza
A água da terra
A riqueza da avareza.

Linhas invisíveis
Facilmente ignoradas
Apenas os mais sensíveis
As veem como demarcadas.

Comboio (Cacém)
Poema manuscrito,
22 de janeiro de 2019
8h24

There is a fine line separating
Yesterday of today
The center of the medium
The tour of the road.

One street from the other
The limits of someone
The life of death
The here of the beyond.

The cry of laughter
The joy of sadness
The water of the earth
The wealth of avarice.

Invisible lines
Easily ignored
Only the most sensitive
They see them as demarcated.

Train (Cacém)
Handwritten poem,
January 22, 2019
8:24 a.m.


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