PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Como um comboio / Like a train

Like a train
Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Como um comboio
Em alta velocidade
As pessoas passam nas nossas vidas
Algumas descem no apeadeiro
Outras trazem-nos felicidade
As restantes serão esquecidas.

O ritmo desta passagem
Mal nos deixa conhecer
Vidas que mal se cruzam
Quem se apresenta hoje
Amanhã é para esquecer
Ao compasso que os dias mudam.

Laços que se desmancham
Em leves fitas de seda
Nós escorregadios
Braços bem abertos
Sem que ninguém se aperceba
Somos todos solitários vadios

Comboio (Barcarena)
Poema manuscrito,
12 de fevereiro de 2019
7h30

Like a train
At high speed
People pass in our lives.
Some descend on the stop
Others bring us happiness
The rest will be forgotten.

The pace of this passage
Bad let's meet
Lives that barely cross each other
Who presents today
Tomorrow is to forget
As the days change.

Lashes that break
On light silk ribbons
Slippery knot
Arms wide open
Without anyone noticing
We are all lonely stray

Train (Barcarena)
Handwritten poem,
February 12, 2019
7:30 a.m.


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