PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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quinta-feira, 28 de março de 2019

Catarse das Palavras / Catharsis of Words - Mundo cão / Dog world

Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Mundo cão
De língua de fora
Sem fôlego e cansado
Cujo dono ignora.

Selvaticamente atacado
Sem se poder defender
Triste e maltratado
Sempre a sofrer.

Deixado ao abandono
Vagueia perdido
Gira sem rumo
Zangado e combalido.

Ninguém o protege
Da crueldade e ganância
Tudo está às avessas
Vive-se na ignorância.

Comboio (Queluz),
Poema manuscrito,
27 de fevereiro de 2019,
17h17


Dog world
With tongue out
Breathless and tired
Whose owner ignores.

Selvatica attacked
Without being able to defend itself
Sad and ill-treated
Always suffering.

Left to abandon
Wandering lost
Turns aimlessly
Angry and upset.

Nobody protects him
From cruelty and greed
Everything is backwards
We live in ignorance.

Train (Queluz),
Handwritten poem,
February 27, 2019,
5:17 p.m.



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