🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Catarse das Palavras / Catharsis of Words - A vida convida-nos pelo menos duas vezes / Life invites us at least twice

Life invites us at least twice
Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: Paint
A vida convida-nos pelo menos duas vezes
A cometer os mesmos erros
Desafios, obstáculos e provações
Para não ficarmos emperros.

Dilemas mal resolvidos
Sempre voltam as mesmas questões
Novas respostas vão surgindo
Ao fim de alguns trambolhões.

No princípio dói muito
Ao fim de algum tempo deixa de doer
Talvez seja esta a aprendizagem
Saber como superar e não sofrer.

Percorremos os mesmos caminhos
Novamente os mesmos cenários
Algo ficou mal aprendido
Surgem desafios voluntários.

De alguma forma
Todos iremos aprender
Cada um a sua lição
Para a essência crescer.

Mem-Martins, sentada ao computador em minha casa,
Poema escrito a computador,
28 de outubro de 2018
14h14

Life invites us at least twice
Making the same mistakes
Challenges, obstacles and trials
So we do not get stuck.

Unresolved dilemmas
Always return the same issues
New answers are coming up
At the end of a few jerks.

It hurts at first
After a while it stops hurting
Perhaps this learning
Know how to overcome and not suffer.

We walk the same paths
Again the same scenarios
Something was wrongly learned
Voluntary challenges arise.

Somehow
We will all learn
Each one his lesson
For the essence to grow.

Mem-Martins, sitting at the computer in my house,
Computer-written poem,
October 28, 2018
2:14 p.m.


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