PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Canto Matinal da Gaivota / Morning Song of the seagull

Fotografia manipulada com / Photograph manipulated with: https://photomania.net/editor

Canto matinal da gaivota
numa manhã fria de inverno
chego à minha cidade
no nevoeiro engreno.

Nas asas do pensamento
invado o meu corpo do frio
Saudades da chama de verão
enquanto choro e rio.

Som forte e estridente
um desejado D. Sebastião
Quebra o denso da nebulina
Aquece o coração.

De fato branco e cinzento
bico amarelo torrado
um canto bem alto se ouve
que ecoa em todo o lado.

Comboio (Queluz-Belas)
Poema manuscrito,
2 de janeiro de 2019
8h31


Morning song of the seagull
on a cold winter morning
I arrive at my city
Meshing in the fog.

On the wings of thought
I invaded my body from the cold
Missing the summer flame
while I cry and laugh.

Strong and shrill sound
a desired D. Sebastian
Breaking the dense nebulin
It warms the heart.

White and gray suit
roasted yellow beak
a very loud corner is heard
which echoes everywhere.

Train (Queluz-Belas)
Handwritten poem,
January 2, 2019
8:31 a.m.

 

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