🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sábado, 30 de janeiro de 2016

Seguir firme sempre para a frente / Always follow straight ahead

Seguir sempre o mesmo caminho
É limitado e desinteressante
É repetir os mesmos erros e gestos
E pouco empolgante.

Traçar sempre o mesmo trajecto
Só pode conduzir ao marasmo
É seguir sem projecto
É limitado como o de um asno.

Cumprir sempre a mesma rotina
Sem sair da linha de conforto
É pouco estimulante
É como estar morto.

É preciso arriscar
Ousar fazer diferente
Não ter medo de mudar
Seguir firme sempre para a frente.

Sentada à secretária, Agualva
no dia 11 de Novembro de 2015,
escrito à mão
17h15


Always follow the same path
It is limited and uninteresting
It is repeating the same mistakes and gestures
It is little exciting.

Always trace the same route
It can only lead to stagnation
It is follow without project
It is bordered like a donkey.

Always observe the same routine
Without leaving the comfort line
It is not very stimulating
It's like being dead.

We must risk
Dare to do differently
Do not be afraid to change
Always follow straight ahead.

Sitting at desk, Agualva
on November 11, 2015,
handwritten

5:15 p.m

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